Eis uma cena digna de um filme hollywoodiano:
um indivíduo entra numa agência bancária na calada da noite, escolhe um
caixa eletrônico qualquer, abre um compartimento secreto, conecta um
pendrive na máquina e passa a sacar toda a grana dela. Parece ficção,
mas a cena aconteceu realmente ontem em uma agência do Banco do Brasil
na cidade de São Paulo.
Segundo o Estadão,
por volta das 22:45 da segunda-feira um indivíduo entrou na agência do
banco localizada na Av. Penha de França número 552, arrancou a câmera de
um caixa eletrônico, conectou um pendrive USB em uma porta onde estava a
câmera, conseguiu reiniciar o sistema do caixa e, com a ajuda de um
teclado dobrável, sacou cerca de R$ 87 mil.
A central de segurança do Banco do Brasil percebeu a ação do criminoso e entrou em contato com a Polícia Militar, que prendeu o sujeito em flagrante por furto qualificado. De acordo com a polícia, ele se chama Samuel, já tem passagem por furto e durante todo o tempo do roubo ele teria sido auxiliado por alguém pelo telefone. Samuel se negou a revelar o nome da pessoa do outro lado da linha.
Essa tentativa de roubo não quer dizer, necessariamente, que os caixas eletrônicos são vulneráveis a ataques. Pode se tratar de uma ferramenta interna do próprio banco e que foi obtida de alguma forma pelos criminosos. E o fato de que o indivíduo em questão sabia onde colocar o pendrive pode ser até o indicativo de que talvez o cúmplice seja alguém do próprio banco.
Mas só estou especulando. E ao mesmo tempo criando um roteiro de filme.
A agência atacada no Street View: criminoso bem informado
A central de segurança do Banco do Brasil percebeu a ação do criminoso e entrou em contato com a Polícia Militar, que prendeu o sujeito em flagrante por furto qualificado. De acordo com a polícia, ele se chama Samuel, já tem passagem por furto e durante todo o tempo do roubo ele teria sido auxiliado por alguém pelo telefone. Samuel se negou a revelar o nome da pessoa do outro lado da linha.
Essa tentativa de roubo não quer dizer, necessariamente, que os caixas eletrônicos são vulneráveis a ataques. Pode se tratar de uma ferramenta interna do próprio banco e que foi obtida de alguma forma pelos criminosos. E o fato de que o indivíduo em questão sabia onde colocar o pendrive pode ser até o indicativo de que talvez o cúmplice seja alguém do próprio banco.
Mas só estou especulando. E ao mesmo tempo criando um roteiro de filme.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.